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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Misteriosa cratera em chamas aparece ao lado de rodovia no México



Pelo que temos visto nas notícias recentes com supostos meteoros e estranhos incidentes, o hemisfério norte do planeta parece estar passando por uma onda de fenômenos anômalos, e as autoridades não conseguem explicar muitos deles.

Em 17 de janeiro passado, um cratera  foi encontrada ao lado da rodovia Torreón-Saltill, entre os quilômetros 165 e 164, no estado de Coahuila, nordeste do México.


O vídeo abaixo fala que a polícia tentou descobrir se havia algum maquinário na região que poderia ter escavado a cratera, mas não encontraram nada. Assim, a imprensa está especulando que se trata de um impacto de meteoro que produziu a cratera de 8 metros de diâmetro, por 8 de profundidade.

Contudo, nenhum meteorito ainda foi encontrado.


(Fonte)

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Falha no cliente de BitTorrent Transmission permite que o PC do usuário seja controlado remotamente




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Falha no cliente de BitTorrent Transmission permite que o PC do usuário seja controlado remotamente


De acordo com informações recentes, uma falha no cliente de BitTorrent Transmission permite que o PC do usuário seja controlado remotamente por hackers.

O Transmission tem versões para Windows e outros sistemas operacionais.

Falha no cliente de BitTorrent Transmission
Segundo o pesquisador de segurança Tavis Ormandy, que faz parte da equipe Project Zero do Google, a falha permite que sites executem códigos maliciosos no computador do usuário para que seja possível controlá-lo remotamente.

O ataque ‘prova-de-conceito’ divulgado por Ormandy explora uma função do Transmission que permite que o usuário acesse o cliente de BitTorrent remotamente a partir do navegador.

O pesquisador afirma que muitos usuários não habilitam a proteção por senha para este recurso por acreditarem que a interface só pode ser controlada por alguém com acesso ao físico ao computador executando o Transmission.

Usando uma técnica conhecida como Domain Name System Rebinding, Ormandy conseguiu fazer com que a interface do cliente de BitTorrent Transmission fosse controlada remotamente quando o usuário visitou um site malicioso.

Ele confirmou que esta funciona nos navegadores Google Chrome e Firefox no Windows e Linux. Ormandy também acredita que ela também pode ser utilizada em outros navegadores e sistemas operacionais.
Falha no cliente de BitTorrent Transmission permite que o PC do usuário seja controlado remotamente
Falha no cliente de BitTorrent Transmission permite que o PC do usuário seja controlado remotamente


 Os atacantes podem explorar a falha com os passos abaixo:

– O usuário visita um site malicioso, como http://attacker.com, que traz um iframe para um subdomínio controlado pelo hacker.

– O hacker configura seus servidores de DNS para que eles respondam alternadamente com 127.0.0.1 e 123.123.123.123 (um endereço que ele controla) com um TTL muito baixo.

– Quando o navegador se conecta ao endereço 123.123.123.123, ele serve um documento HTML que espera pela expiração da entrada do DNS (ou força sua expiração) e assim o hacker tem permissão para ler e definir os cabeçalhos.

Depois de assumir o controle, o hacker pode alterar o diretório padrão de downloads, executar comandos para que o cliente baixe torrents maliciosos e mais.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Ford apresenta a Ranger reestilizada no Salão de Detroit


Ford Ranger 2019

Picape média voltará ao mercado norte-americano após oito anos de ausência. Novidade não tem previsão de venda no Brasil

Ford Ranger 2019
O chute inicial do Salão de Detroit foi dado com a Ford, que fez hoje (14) a apresentação de suas novidades para a imprensa - o público terá acesso ao evento entre os dias 20 e 28 de janeiro. O destaque fica com a reestilização da picape média Ranger, que voltará a ser oferecida no mercado norte-americano após um hiato oito anos. As vendas começarão nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2019, mas a Ford promete que seu visual será difereciado para esse mercado. E no Brasil? Infelizmente não há previsão de venda desse modelo, nem data para a chegada de uma reestilização da picape.
Ford Ranger 2019
Nos Estados Unidos, ela terá motor 2.3 EcoBoost com transmissão automática de 10 marchas. As opções de configuração serão XL, XLT e Lariat como a topo de linha, com os pacotes visuais Chrome, Sport e o mais off-road FX que acrescenta protetores de carroceria, pneus diferenciados e suspensão modificada. 
Ford Ranger 2019


Mustang Bullitt
Outro destaque é a estreia do novo Mustang Bullitt, versão que presta homenagem aos 50 anos do famoso filme de 1968 que ajudou a consagrar o muscle car, guiado por Steve McQueen. Em sua terceira geração, a edição limitada será lançada nos Estados Unidos em meados deste ano. Mais potente que um Mustang GT, ele possui motor 5.0 V8 de 480 cv e câmbio manual de seis marchas. Sua velocidade máxima é de 262 km/h. 
Ford Ranger 2019
Edge ST
A Ford também mostra em Detroit o Edge ST, versão mais esportiva do SUV com visual diferenciado e motor mais potente. Primeiro SUV da marca a adotar a sigla ST, ele traz motor 2.7 V6 turbo EcoBoost que rende 340 cv de potência e 52,5 kgfm de torque máximo. O câmbio é automático de oito marchas com trocas manuais nas borboletas atrás do volante e a tração é integral. 
Ford Ranger 2019
Visualmente essa versão exibe grade frontal modificada, saias laterais, saída dupla de escapamento e rodas de 21 polegadas com novo desenho. Desenvolvido pela divisão de alta performance da Ford e fabricado no Canadá, o Edge 2019 está previsto para chegar às lojas dos Estados Unidos em meados deste ano. Não há previsão para o mercado brasileiro. 
Ford Ranger 2019
Completam as novidades o anúncio da picape F-150 Hybrid com motorização híbrida a ser fabricada a partir de 2020. Mas além da picape, a Ford promete uma nova tecnologia de baterias também para 2020. 



domingo, 14 de janeiro de 2018

Celular antes de dormir afeta sono, hormônios e desenvolvimento infantil Adriana Stock


Criança com celular no quartoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionMera expectativa de receber mensagens nas mídias sociais deixa crianças e adolescentes em estado de alerta, prejudicando o sono

Crianças que têm acesso a eletrônicos, como celulares e tablets, na hora de dormir, estão sujeitas a desenvolver uma série de problemas de comportamento e de saúde.
Uma pesquisa do King's College, de Londres, reuniu dados de 125.198 crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos de idade, em diversos países, e detectou efeitos negativos do uso do aparelho no período de descanso em diferentes graus de gravidade. Os pesquisadores verificaram de má qualidade do sono a doenças como obesidade e depressão infantil.
E não são só pesquisadores e pais que têm se preocupado com o assunto. Neste fim de semana, dois grandes grupos de investidores com US$ 2 bilhões em ações da Apple pediram, em carta aberta, que a empresa desenvolva softwares que limitem o uso de smartphones por crianças. Os acionistas citam justamente estudos mostrando o impacto negativo do celular e das redes sociais em excesso na saúde física e mental dos jovensa para justificar o apelo. A Apple ainda não respondeu a eles.


Ilustração da BBC mostra impacto dos celulares antes de dormir

"Esse tipo de estudo endossa o que as pessoas de bom senso já sabiam. Os eletrônicos dão uma sossegada nas crianças por um tempinho mas, no médio e longo prazo, são muito ruins para o organismo", observa o neurologista Leonardo Ierardi Goulart, médico especialista em doença do sono do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde também recebe crianças e adolescentes com problemas de sono e relatos de uso de eletrônicos à noite.
O estudo do King's College observa que o distúrbio do sono na infância é conhecido por causar danos à saúde mental e física. Isso incluiria obesidade, queda do sistema imunológico, crescimento atrofiado e problemas mentais como depressão e tendência suicida.
Em 2016, um estudo da Sociedade Real para Saúde Pública (RSPH, na sigla em inglês), na Grã-Bretanha, foi além e alertou que dormir pouco ou mal é um dos fatores que levariam a doenças graves como câncer e ataques cardíacos.

A importância do sono

Para a neurologista Anna Karla Smith, do Instituto do Sono, de São Paulo, o descanso é tão importante para o desenvolvimento e bem-estar da criança quanto a nutrição e a atividade física.
"O sono é um estado em que há uma série de processamentos, onde há a fabricação de alguns hormônios muito importantes para o corpo", comenta a médica à BBC Brasil.
"Nas crianças existe o GH, o hormônio do crescimento, essencial para o desenvolvimento do corpo. Esse hormônio é liberado durante o sono profundo que a criança entra poucos minutos depois de adormecer. Nessa fase há o pico de sua fabricação."

Criança dormindoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionDormir pouco ou mal é um dos fatores que levariam a doenças graves como câncer e ataques cardíacos

A neurologista explica que se a criança vai dormir tarde, por exemplo, os hormônios ainda serão liberados, mas de maneira antifisiológica. "Ela está indo contra a sua natureza. A quantidade de hormônio do crescimento produzida pode ser pouca ou até inexistente em casos extremos se houver patologia. A própria distribuição do hormônio do crescimento estará alterada ao longo do dia", explica a especialista.
A liberação de outros hormônios também é prejudicada, segundo a médica, já que em diferentes etapas do sono há a produção da leptina (hormônio da saciedade), do cortisol (que ajuda a manter estabilidade emocional, controla inflamações e alergias) e do TSH (estimulador da tireóide).

Como o uso de eletrônicos atrapalha?

O uso de eletrônicos atrapalha o sono, em primeiro lugar, porque o simples fato de ligar o celular ou tablet para brincar com um jogo faz com que a criança, por exemplo, atrase sua hora de ir para cama e durma menos.
Em segundo lugar, diz o estudo da King´s College, o conteúdo pode ser muito estimulante - e gerar uma excitação que atrase o início do relaxamento.
Em terceiro lugar, a forte luz emitida pelas telas dos dispositivos gera um impacto no corpo, afetando o relógio biológico e a percepção do cérebro do que é noite ou dia.
A chamada "luz azul" já foi alvo de diversos estudos nos últimos anos. O mais recente, da Universidade de Haifa, em Israel, constatou que a luz azul, presente nas telas de celulares, tablets e computadores, inibe a secreção da melatonina, o hormônio que avisa o nosso corpo que está na hora de dormir.
O organismo também não ativa seu mecanismo natural que reduz a temperatura corporal. O normal é que a temperatura do corpo caia durante a madrugada e volte a subir quando estamos prestes a despertar. Isso, contudo, não ocorre se o cérebro recebe a mensagem que ainda estamos em estado de vigília.
"O estímulo biológico para o sono fica prejudicado pela luminosidade. Porém o problema não é só a luz, mas também pensar em um monte de coisas, condicionando o momento do sono com a execução de tarefas sociais. Talvez isso atrapalhe mais do que a luz", observa o neurologista Goulart.

Luz azul x luz vermelha

A luz branca azulada emitida pelas telas de dispositivos eletrônicos prejudica a duração e, principalmente, a qualidade de sono - ao contrário da luz branca avermelhada que não causa interferência no organismo.
Esta é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Universidade de Haifa, em Israel, e pela Clínica do Sono Assuta. Pela primeira vez, foi feito um estudo comparativo entre os dois tipos de luminosidade. Para isso, foram usados filtros que bloqueavam a luz azul e depois a vermelha.
"A luz emitida pela maioria das telas é azul e danifica os ciclos do corpo e nosso sono", explica o professor Abraham Haim, um dos autores da pesquisa. Embora o olho humano não consiga identificar todos os espectros da luminosidade nas telas, o cérebro capta o tom azulado.
A neurologista Anna Karla Smith, do Instituto do Sono, de São Paulo, diz que levantamentos como esse comprovam que a exposição à luz azul suprime a produção de melatonina, o hormônio que avisa o nosso organismo que está na hora de dormir.
"Quanto mais próximo aos olhos, pior. Recebemos mais luminosidade o que desregula o nosso ritmo circadiano, de sono e vigília", explica à BBC Brasil a neurologista, cujos pacientes, em sua maioria, relatam usar eletrônicos na cama.

Criança com celularDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionLuz azul, presente nas telas de celulares, tablets e computadores, inibe a secreção da melatonina

Prejuízos

De acordo com a neurologista, no curto prazo, os "prejuízos, às vezes, não são perceptíveis". Mas a falta de sono "pode interferir no rendimento cognitivo porque o processamento de memória, que ocorre na segunda metade da noite, provavelmente não aconteceu ou não aconteceu de maneira satisfatória".
"Em curto prazo, pode afetar a consolidação de informações recém-aprendidas porque vai ter um sono mais superficial, mais fragmentado e não reparador", afirma Leonardo Ierardi Goulart, médico especialista em doença do sono do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Ele explica que as atividades cerebrais que assimilam os conhecimentos adquiridos durante uma aula, por exemplo, ocorrem durante o sono profundo. É nesse momento que o cérebro processa, revisa e armazena a memória.
Em longo prazo, porém, os riscos são maiores. "Não é uma insônia, de dois, três, seis meses", destaca Anna.
No longo prazo, ela explica, há uma "bagunça de hormônios" que controlam, por exemplo, a saciedade. Se não produz esse hormônio, a leptina, cuja liberação ocorre ao longo da noite e no início da manhã, o indivíduo vai comer mais, podendo ficar obeso e diabético.

Problema é mais sério no longo prazo

Mas é no longo prazo que as consequências se tornam mais sérias. "Pode gerar insônia. A pessoa fica condicionada àquele ambiente de alerta e daí, mesmo que ela vá para cama sem celular ou iPad, o cérebro acha que aquele é um lugar de vigília e não de descanso", diz Goulart.

Criança dormindoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionÉ durante o sono que o cérebro processa, revisa e armazena a memória

Indivíduos que têm ciclos de sono distorcidos, que ficam acordados de madrugada e acordam à tarde, por exemplo, possuem imunidade baixa, segundo a neurologista Ana Karla Smith. "Há estudos que relacionaram mulheres que trabalham em turnos à noite com maior incidência de câncer de mama", conta a médica.
Em quadros mais graves de distúrbios do sono, o desequilíbrio hormonal é ainda maior o que, consequentemente, leva a quadros de saúde mais graves como doença cardiovascular, AVC, obesidade, depressão, entre outras.
Cansaço e mau humor
Na pesquisa da Universidade de Haifa, 19 voluntários, entre 20 e 29 anos, participaram sem saber qual era o objetivo do estudo. Na primeira fase, durante uma semana eles usaram um actígrafo, pequeno aparelho que possibilita obter informações sobre os horários em que uma pessoa dormiu e acordou. Em um diário eram registrados os hábitos e qualidade de sono.
Na segunda parte, realizada no laboratório da Clínica de Sono Assuta, os voluntários foram expostos a telas de computadores das 21h até 23h - horário em que a glândula pineal começa a produzir e expelir a melatonina.
Os participantes ficaram em contato com quatro tipos de luz: luz azul de alta intensidade, luz azul de baixa intensidade, luz vermelha de alta intensidade e luz vermelha de baixa intensidade.
Eles foram conectados a instrumentos que medem as ondas cerebrais e podem determinar os estágios de sono de uma pessoa durante a noite, incluindo quando despertam sem notar.
Na manhã seguinte, os voluntários completaram questionários sobre como se sentiam.
Em média, a exposição à luz azul reduziu a duração do sono em aproximadamente 16 minutos. Essa mesma luz também diminuiu de forma significativa a produção de melatonina, enquanto que, com a luz vermelha, a produção do hormônio ficou em um nível normal.

Danos

Os pesquisadores explicam que os danos na produção de melatonina refletem no relógio biológico do corpo humano. Foi evidenciado, por exemplo, que a exposição à luz azul não deixa o organismo ativar o mecanismo natural que reduz a temperatura corporal.
"Naturalmente, quando o corpo começa a adormecer reduz sua temperatura, alcançando seu menor nível por volta das quatro horas da madrugada. Quando o corpo volta para sua temperatura normal, acordamos", explica Haim.
"Depois da exposição à luz vermelha, o corpo continuou a se comportar normalmente, mas exposto à luz azul ele manteve sua temperatura normal à noite - o que evidencia danos ao nosso relógio biológico."
Foi ainda observado que com a luz vermelha em ambas intensidades as pessoas acordaram, em média, 4,5 vezes. Na luz azul de baixa intensidade, foram 6,7 vezes, enquanto que, na alta intensidade, foram 7,6 vezes que despertaram.
No dia seguinte, os voluntários relataram terem sentido mais cansaço e mau humor após a exposição à luz azul.

Como proteger os olhos: lentes especiais, aplicativos e até vitamina

Para combater a luz azul, já foram lançados óculos com lentes especiais e aplicativos eletrônicos que alteram a cor da luz das telas. Na Austrália, a empresa Caruso's Natural Health lançou até uma vitamina que diz proteger os olhos da luz azul.
A eficácia, no entanto, não foi comprovada cientificamente.

Montadora americana cria carro autônomo sem volante e pedais



Empresa espera testar os veículos em áreas urbanas em 2019


Autoridades federais ainda precisam aprovar pedidos da montadora
Autoridades federais ainda precisam aprovar pedidos da montadoraDivulgação/GM



Após Google e Volvo anunciarem projetos de carros que dispensam completamente a interferência humana, a General Motors prepara seu modelo similar. O anúncio da versão mais recente de seu carro sem motorista foi feito nesta sexta (12), através de sua divisão de pesquisa autônoma, a Cruise Automation.
O carro é um Chevy Bolt modificado que a empresa espera testar em 2019, em um pequeno grupo de cidades dos Estados Unidos. O modelo é um passo adiante em comparação aos principais veículos autônomos que foram desenvolvidos, com opções de direção manual — uma forma de se adequar às leis atuais.
Segundo a empresa, por ser totalmente automático, a presença de controles humanos seria irrelevante. Para dar algum controle ao passageiro, o Chevy possui telas e comandos que funcionam como uma forma de se comunicar com o carro, além de botões de emergência.


A empresa fez uma requisição a National Highway Traffic Safety Administration, o órgão federal responsável pela segurança do trânsito, que exigirá uma bateria de testes preliminares no veículo antes que ele ganhe permissão de rodar em ambientes urbanos. A requisição pede a dispensa de alguns itens obrigatórios no veículo, como airbags no volante, que será deslocado para um painel frontal.
No pedido divulgado, a GM solicitou que 2.500 carros participem dos testes futuros, o número máximo permitido pelas leis atuais, o que a colocará em pé de igualdade com a Waymo, braço de carros autônomos do Google, e a Uber.
Testes em Nova York
Em outubro de 2017, a GM foi a primeira empresa a ganhar aprovação do governo de Nova York para testar veículos autônomos de nível 4, os que dispensam qualquer interferência humana. Os testes começarão em algum momento de 2018, em Manhattan.
Quando aprovou o pedido, o governador Andrew Cuomo afirmou em um comunicado que a tecnologia de carros sem motorista tem o potencial de "salvar vidas e economizar tempo".

domingo, 7 de janeiro de 2018

Vício em jogos eletrônicos será considerado problema de saúde


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"Incongruência de gênero", relacionada à sexualidade, também deve entrar em revisão da Organização Mundial da Saúde para atualizar classificação de doenças;




Depois de 28 anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) vai atualizar a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID, sigla em inglês). A previsão é que a definição de vários transtornos mentais seja reformulada e inclua novos conceitos, como o transtorno por jogos eletrônicos e o transtorno de incongruência de gênero.
Segundo a OMS, o uso abusivo de internet, computadores, smartphones e outros aparelhos eletrônicos, além do descontrole no uso de videogames, aumentou drasticamente nas últimas décadas. Essa mudança veio associada a casos documentados de consequências negativas para a saúde. Mas o assunto ainda está sendo discutido pelos especialistas que participam do processo de definição das novas diretrizes.
A CID-11 também deve apresentar uma mudança significativa, dessa vez especificamente com relação ao tema da transexualidade, que será deslocada do rol das doenças mentais (onde figura como Transtorno de Identidade de Gênero) para outra categoria. Na nova CID, a condição da transexualidade poderá ser definida como “incongruência de gênero”.
O psiquiatra Jair Mari explica que a mudança na definição não impedirá o acesso a possíveis tratamentos, como terapias hormonais ou cirurgias de readequação sexual. Também está sendo proposta uma categoria específica para as crianças com incongruência de gênero. O especialista é coordenador de estudos no Brasil para a classificação de transtornos mentais e do comportamento do catálogo.

Mudança ampla

Segundo Mari, a 11ª revisão da CID é muito mais ampla. Ela reformula, por exemplo, a apresentação de vários transtornos, como o obsessivo compulsivo, que deixa a categoria de transtornos neuróticos e passa integrar o conjunto de distúrbios caracterizados por pensamentos e comportamentos repetitivos.
Há também a eliminação dos subtipos da esquizofrenia, além de mudanças na classificação dos transtornos do humor, ansiedade, stress, alimentares e os relacionados ao uso de substâncias, entre outros.
Os transtornos de sono-vigília e de disfunções sexuais manterão a nomenclatura, porém não mais na seção de transtornos mentais — como é hoje. Também devem ser removidas as categorias “aversão sexual” e “falta de prazer sexual”, que geralmente são associadas a ideia de frigidez feminina.
Os transtornos de preferência sexual passarão a ser chamados de transtornos parafílicos, “os quais envolvem interesses sexuais atípicos sem consentimento da outra parte e/ou que haja ameaça ou intimidação”. A nova classificação deve excluir ainda as categorias “fetichismo” e “travestismo fetichista” e manter apenas a pedofilia e o sadismo — que afetam a saúde pública.
Mari alerta que a classificação pode limitar, no campo da psiquiatria, as possibilidades de definição de problemas complexos ocasionados por diferentes causas, muitas vezes imprecisas, como a esquizofrenia.
Segundo a OMS, no Brasil é possível ainda que a epidemia do vírus zika, que atingiu o país no fim de 2015, possa motivar a inclusão da síndrome congênita do zika no novo catálogo. A síndrome afetou a formação milhares de recém-nascidos e apresenta uma série de sintomas clínicos e malformações neurológicas que ainda estão sob investigação.

Polêmica

A CID é um sistema que foi criado para listar, sob um mesmo padrão, as principais enfermidades, problemas de saúde pública e transtornos que causam morte ou incapacitação de pessoas, além de orientar a conduta de profissionais de saúde na identificação e tratamento dessas doenças.
A referência para a formação da CID é a Nomenclatura Internacional de Doenças, da OMS. No Brasil, ela se baseia nas definições dos principais levantamentos estatísticos elaborados pelo Ministério da Saúde. Atualmente, está em vigor a CID-10, aprovada em 1990.
A classificação atual está sendo revisada há alguns anos por uma série de especialistas de diferentes áreas e países, incluindo o Brasil. A versão consolidada da nova classificação, que será chamada CID-11, deve ser avaliada durante a Assembleia Mundial de Saúde, prevista para maio deste ano, em Genebra, na Suíça.
Uma das mudanças mais polêmicas em toda a história da CID foi a inclusão do termo “homossexualismo”, em 1948, na categoria personalidade patológica. Na década de 60, o homossexualismo passou a ser considerado como um desvio na categoria de transtornos sexuais e na década de 70 foi incluído como um transtorno mental.
Em 1990, quando foi feita a última revisão da CID, a OMS retirou a homossexualidade da classificação como uma doença mental. A data de exclusão do termo homossexualismo como um distúrbio, 17 de maio, se transformou no Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia.

fontes ;